Como se os
detalhes, se tornassem o principal e o essencial para mim, sabe aqueles
detalhes que a gente vê, mas nunca repara?
Para mim é como se eles se sobressaíssem, parece que eles são o significado mais profundo de algo que a gente queira muito dizer.
Não que hoje eu viva deles, mas é que hoje eles fazem todo sentido para mim, antes talvez eu não me atentasse passava despercebido ou não faziam o menor sentido.
Por que eu não os enxergava? Sei lá... Talvez me faltasse um pouco mais de atenção apenas.
Posso dizer que eles começam a aparecer quando surge o interesse em alguma coisa, interesse esse, mas não dê bens materiais.
Mas um interesse por momentos, experiências. Aquela que você lá na frente um dia vai ter para quem contar.
E contar com “detalhes” desde o sórdido aquele que incita o asco ao mais límpido àquele que incita a uma pureza inimaginável.
Detalhes precisam existir, são eles que fazem o coração bater mais forte, são eles que causam aquele alvoroço que vem com um misto de entusiasmo e excitação.
Às vezes eu quero falar de tudo e não consigo falar de nada.
Atropelo as palavras e os pensamento, tenho tantas ideias, mas as vezes parece que não tenho nenhuma.
Quando pensadas parecem brilhantes e quando colocadas no papel parecem fúteis, sem sentido, sem harmonia.
Parece que elas querem sair todas ao mesmo tempo, se trombam no meio do caminho e se misturam e talvez seja por isso que nada faça sentido.
Isso me causa uma ansiedade intensa um misto de irritação e emoção, emoção por querer expressa-las e irritação por não conseguir se quer, expor por completo um sentimento, esse que está tão explicito em mim.
Busco uma música, aquelas que você escuta e parece que te dá um gás para escrever linhas e linhas e quando você acha que vai longe. Algo te trava, como se alguma coisa te proibisse de registrar o que você está sentindo.
Há tempos anseio em colocar no papel os sentimentos, mas venho adiando por causa dessa mistura profunda de coisas.
Talvez muitas coisas ficaram guardadas, escondidas dentro de mim, e agora incessantemente querem sair.
Cuspir as palavras? Expor todos os sentimentos que estão à flor da pele de uma vez? E talvez ser lida tão despidamente.
Ou continuar engatinhando para tentar transpor para o papel de uma maneira delicada? Talvez isso me traga um pouco de sofrimento... Sofrimento porque quando escrevo quero debulhar tudo que estou sentindo. (Agora, por exemplo: Escrevendo esse texto quero contar detalhes de outro assunto “detalhe” é tanto apego com esse cara).
Parece que algo precisa ser lapidado, talvez esse primeiro texto faça isso por mim. Lapide essa agonia insana de querer falar tudo de uma vez só e não conseguir falar nada.
Talvez eu já esteja sentido um alivio (suspiro), mas o peito ainda aperta como se estivesse repudiando a minha escrita.
Para mim é como se eles se sobressaíssem, parece que eles são o significado mais profundo de algo que a gente queira muito dizer.
Não que hoje eu viva deles, mas é que hoje eles fazem todo sentido para mim, antes talvez eu não me atentasse passava despercebido ou não faziam o menor sentido.
Por que eu não os enxergava? Sei lá... Talvez me faltasse um pouco mais de atenção apenas.
Posso dizer que eles começam a aparecer quando surge o interesse em alguma coisa, interesse esse, mas não dê bens materiais.
Mas um interesse por momentos, experiências. Aquela que você lá na frente um dia vai ter para quem contar.
E contar com “detalhes” desde o sórdido aquele que incita o asco ao mais límpido àquele que incita a uma pureza inimaginável.
Detalhes precisam existir, são eles que fazem o coração bater mais forte, são eles que causam aquele alvoroço que vem com um misto de entusiasmo e excitação.
Às vezes eu quero falar de tudo e não consigo falar de nada.
Atropelo as palavras e os pensamento, tenho tantas ideias, mas as vezes parece que não tenho nenhuma.
Quando pensadas parecem brilhantes e quando colocadas no papel parecem fúteis, sem sentido, sem harmonia.
Parece que elas querem sair todas ao mesmo tempo, se trombam no meio do caminho e se misturam e talvez seja por isso que nada faça sentido.
Isso me causa uma ansiedade intensa um misto de irritação e emoção, emoção por querer expressa-las e irritação por não conseguir se quer, expor por completo um sentimento, esse que está tão explicito em mim.
Busco uma música, aquelas que você escuta e parece que te dá um gás para escrever linhas e linhas e quando você acha que vai longe. Algo te trava, como se alguma coisa te proibisse de registrar o que você está sentindo.
Há tempos anseio em colocar no papel os sentimentos, mas venho adiando por causa dessa mistura profunda de coisas.
Talvez muitas coisas ficaram guardadas, escondidas dentro de mim, e agora incessantemente querem sair.
Cuspir as palavras? Expor todos os sentimentos que estão à flor da pele de uma vez? E talvez ser lida tão despidamente.
Ou continuar engatinhando para tentar transpor para o papel de uma maneira delicada? Talvez isso me traga um pouco de sofrimento... Sofrimento porque quando escrevo quero debulhar tudo que estou sentindo. (Agora, por exemplo: Escrevendo esse texto quero contar detalhes de outro assunto “detalhe” é tanto apego com esse cara).
Parece que algo precisa ser lapidado, talvez esse primeiro texto faça isso por mim. Lapide essa agonia insana de querer falar tudo de uma vez só e não conseguir falar nada.
Talvez eu já esteja sentido um alivio (suspiro), mas o peito ainda aperta como se estivesse repudiando a minha escrita.
![]() |
| Pequenos Detalhes me Fascinam!!! |

Me sinto exatamente assim, sempre...Tanto que parei de escrever, não sei se por tempo ou preguiça...Um dia eu volto. Beijos.
ResponderExcluirVolte logo então, ou melhor pode juntar as suas ideias com as minhas!
ResponderExcluirUm Beijo.